Em 2026, a pergunta não é mais se a sua
empresa utiliza Inteligência Artificial no RH, mas sim como ela garante que
essa tecnologia não elimine o fator humano. A automação chegou para dar
velocidade, mas o "olhar" clínico do consultor é o que valida o fit
cultural.
A IA generativa agora é capaz de analisar não
apenas palavras-chave, mas o contexto de projetos anteriores e a complexidade
das soluções entregues por um candidato. Isso reduz o tempo de triagem em até
70%, permitindo que o RH foque no que realmente importa: a entrevista
comportamental.
O grande desafio de 2026 é a transparência.
Empresas de destaque, como a Link Talentos, utilizam a tecnologia para remover
vieses inconscientes (como gênero ou idade) na primeira etapa, garantindo que o
talento técnico seja o único critério inicial.
A tecnologia triplica a velocidade, mas a
decisão final continua sendo humana. Em 2026, ganha quem une a precisão do dado
com a sensibilidade da conexão real.